Segundo moradores, os dois homens eram funcionários de uma empresa de reparo. Eles faziam a manutenção no elevador, que estava parado havia seis meses.
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
Uma pessoa morre e outra tem as pernas amputadas em queda de elevador no Catete, no Rio
Uma pessoa morreu e outra ficou gravemente ferida depois que um elevador caiu, no Catete, na Zona sul do Rio. O acidente aconteceu na tarde de quinta-feira (15), na Rua Silveira Martins. De acordo com os bombeiros, o elevador despencou do 11º andar.
Pai se passa pela filha de 11 anos e dá uma surra em assediador
“Diga a eles que você vai ver uma amiga, eu sou de Palermo, capital”, escreveu o assediador à menina, sem saber que era o pai, Walter Rodríguez, quem lia. Antes, tinha-lhe enviado fotos de conteúdo erótico e pedira que a garota também mandasse fotos em roupas íntimas. “Sou virgem”, disse-lhe a menina, ao que o assediador respondeu: “Que bom”.
“Primeiro me chamou para ir à sua casa, e eu lhe disse que sim, óbvio, porque eu ia matá-lo. No que abrisse a porta eu o matava”, contou Rodríguez ao canal TN. Mas o homem, identificado como Germán Acosta, acabou mudando o local do encontro para uma rua do bairro portenho de Vila Crespo, no sábado passado. Quando o pai o identificou, começou a lhe esmurrar seu rosto e o corpo, e depois chamou a polícia. Fotografou-o com a face ensanguentada e publicou as imagens nas redes sociais. “Este filho de puta é um violín [estuprador, na gíria portenha]. Mandava msg para a minha filha de 11 anos”, escreveu Rodríguez no Facebook. Também publicou capturas de tela das conversas por celular.
Agora os dois devem responder à Justiça. Rodríguez por lesão corporal, e Acosta pelo crime de assédio cibernético, ou grooming. “Eu depus à Justiça, contei tudo como foi, apresentei as capturas de tela, o que ele mandava para a minha menina. Não entendo por que o deixaram solto, uma pessoa assim não merece estar solta”, lamentou o pai.
Desde 2013, a legislação argentina prevê penas de seis meses a quatro anos de prisão para quem contatar menores de idade através de qualquer meio eletrônico com o propósito de cometer delitos contra a integridade sexual.
“É um delito passível de prisão”, diz o diretor da ONG Grooming Argentina, Hernán Navarro. Esse advogado denuncia que os assediadores cibernéticos seguem padrões de conduta similares e costumam conversar com muitos menores simultaneamente. “Ao permanecer em liberdade, são um potencial risco para a sociedade, porque lhe permite continuar assediando essas crianças”, adverte.
“Na Argentina, 7 em cada 10 pessoas desconhecem o que é grooming. É uma problemática invisível, e por isso são poucos os casos que chegam à Justiça. Não porque não exista, mas porque não se denuncia”, adverte Navarro. Na sua opinião, é necessário que a sociedade argentina compreenda que está passando por uma mudança cultural e que as crianças podem ser abusadas pela internet, mesmo que sem contato físico. “Os pais acham que por terem os filhos ao seu lado estão protegidos, mas a verdade é que as crianças estão sozinhas nessa rede”, salienta. Quando o assédio ultrapassa a fronteira do virtual, o cenário é muito mais grave, já que o menor fica exposto a ser vítima de tráfico, abusos sexuais com conjunção carnal ou outros crimes.
No ano passado, a Justiça argentina estabeleceu um precedente ao condenar pela primeira vez um caso de feminicídio antecedido de assédio cibernético. Um tribunal de Bahía Blanca sentenciou Jonathan Luna a prisão perpétua pelo assassinato de Micaela Ortega, uma menina de 12 anos a quem contatou pelo Facebook. No ano passado, um crime semelhante voltou a comover o país: um policial de 30 anos seduziu uma adolescente de 13 por essa rede social, levou-a a um hotel e a matou com um disparo na têmpora antes de se suicidar.
Autoridades dos EUA confirmam 17 mortos em ataque a escola da Flórida
O consulado do Brasil em Miami declarou que não há brasileiros entre as vítimas do tiroteio numa escola em Parkland, no estado americano da Flórida. Na tarde desta quarta-feira (14), um ex-aluno matou 17 pessoas na escola. Os correspondentes Tiago Eltz e Lucas Louis tiveram nesta quinta-feira (15) na cidade, que já foi considerada a mais segura do estado.
Gabriel voltou nesta quinta, para a escola, que ele nunca mais vai ver como antes.
“Eu gosto muito daqui, do lugar e tudo, mas naquele prédio eu não quero voltar. Eu olho pro corredor, eu só vejo sangue, só vejo cartucho de bala no chão, vidro e mais três pessoas mortas no chão. Eu não vou conseguir entrar pela porta, e não imaginar isso” conta o estudante Gabriel Cruz Carvalho.
Ele estava no primeiro andar do prédio onde tudo começou. Quando entendeu o que estava acontecendo, tentou falar com a mãe.
“A minha primeira reação foi ligar pra ela, porque eu achei que ia morrer. Naquela hora eu sabia que eu ia morrer, e que eu tinha que falar com a minha mãe, então eu liguei pra ela, e ela não respondia. Foi a sensação mais agonizante que eu já tive na minha vida. Tiro, tiro, tiro”, desabafa Gabriel.
“Quando eu vi ele correndo, nossa, eu só conseguia agradecer a Deus. Meu filho tava vivo. Depois do nascimento dele, eu acho que a sensação mais maravilhosa que eu já tive na vida, foi abraçar meu filho depois de tudo isso”, diz Ana Paula Cruz Carvalho, mãe de Gabriel.
Mas 17 famílias, não tiveram a chance de dar um abraço, como o deles, novamente.
O atirador chegou na escola perto do término das aulas. Ele usava uma máscara de gás, carregava um fuzil AR-15 e granadas de fumaça.
Antes de entrar, matou três pessoas. Dentro, acionou o alarme de incêndio.
Os alunos estranharam, porque já tinham passado por um treinamento durante a manhã, mas saíram das salas mesmo assim. E foram surpreendidos pelo atirador.
Antes de entrar, matou três pessoas. Dentro, acionou o alarme de incêndio.
Os alunos estranharam, porque já tinham passado por um treinamento durante a manhã, mas saíram das salas mesmo assim. E foram surpreendidos pelo atirador.
As imagens do lado de dentro mostram momentos de pânico.
Alunos e professores se protegeram como puderam. Alguns se esconderam em armários.
E em cerca de dez minutos, o atirador matou 12 pessoas dentro do prédio. Outras duas foram atendidas, mas morreram no hospital.
Uma das vítimas é o técnico de futebol americano Aaron Feis. Ele usou o corpo como escudo para proteger os alunos.
Enquanto a polícia procurava pelo autor dos disparos, os alunos foram sendo retirados da escola. O assassino se misturou a eles, e também saiu.
Uma hora depois, foi preso pela polícia já em outra cidade.
Nikolas Cruz tem 19 anos. Ele foi expulso do Marjory Stoneman Douglas em 2017.
Alunos e professores se protegeram como puderam. Alguns se esconderam em armários.
E em cerca de dez minutos, o atirador matou 12 pessoas dentro do prédio. Outras duas foram atendidas, mas morreram no hospital.
Uma das vítimas é o técnico de futebol americano Aaron Feis. Ele usou o corpo como escudo para proteger os alunos.
Enquanto a polícia procurava pelo autor dos disparos, os alunos foram sendo retirados da escola. O assassino se misturou a eles, e também saiu.
Uma hora depois, foi preso pela polícia já em outra cidade.
Nikolas Cruz tem 19 anos. Ele foi expulso do Marjory Stoneman Douglas em 2017.
Alunos e professores dizem que ele era quieto, estranho, chegou a perseguir uma das alunas da escola.
Nikolas fazia parte de um grupo de supremacistas brancos e passou até por um treinamento paramilitar.
Nas redes sociais, colocava fotos de armas e munições.
O FBI confirmou que, em setembro de 2017, recebeu um alerta de que um internauta identificado como Nikolas Cruz havia comentado num vídeo na internet: "Vou ser um atirador de escola profissional".
"Investigamos, mas não conseguimos identificar a pessoa que fez os comentários", disse nesta quinta, o policial responsável pelo caso.
Nikolas Cruz foi levado nesta quinta ao Tribunal, e se manteve em silêncio. Foi acusado por 17 crimes de homicídio premeditado - sem direito à fiança. O que pode levar a pena de morte na Flórida.
Nikolas fazia parte de um grupo de supremacistas brancos e passou até por um treinamento paramilitar.
Nas redes sociais, colocava fotos de armas e munições.
O FBI confirmou que, em setembro de 2017, recebeu um alerta de que um internauta identificado como Nikolas Cruz havia comentado num vídeo na internet: "Vou ser um atirador de escola profissional".
"Investigamos, mas não conseguimos identificar a pessoa que fez os comentários", disse nesta quinta, o policial responsável pelo caso.
Nikolas Cruz foi levado nesta quinta ao Tribunal, e se manteve em silêncio. Foi acusado por 17 crimes de homicídio premeditado - sem direito à fiança. O que pode levar a pena de morte na Flórida.
Centenas de alunos passaram o dia reunidos em um parque próximo a escola, onde a prefeitura montou um posto de atendimento psicológico. Esse tipo de ferida psicológica deve ser uma das mais difíceis de curar.
A Maria tem dois filhos. Um casal que estuda na escola a menos de um ano. Os dois filhos dela escaparam com vida, mas a família está em pedaços.
“É um pavor que eu não desejo pra mais ninguém nesse mundo. Esse pavor, esse medo, desespero. Deus me livre” lamenta Maria das Dores Toledo Carvalho, mãe dos dois alunos.
O ataque em Parkland, na Flórida, foi um dos massacres mais graves em escolas americanas da história. O atirador, de 19 anos, comprou arma legalmente.
É o que mostra a reportagem do correspondente Luís Fernando Silva Pinto.
Donald Trump fez um pronunciamento de seis minutos sobre o ataque na Flórida.
Depois de afirmar que o atirador é uma pessoa com distúrbios, o presidente prometeu trabalhar com autoridades locais em todo o país para melhorar a assistência a casos de saúde mental.
Depois de afirmar que o atirador é uma pessoa com distúrbios, o presidente prometeu trabalhar com autoridades locais em todo o país para melhorar a assistência a casos de saúde mental.
Mas Trump não falou nada sobre o que torna esse tipo de ataque tão letal: as armas de alto poder de fogo.
O atirador tem 19 anos. A lei americana proíbe que ele compre bebidas alcoólicas, por exemplo, mas garante a ele e a qualquer cidadão o direito de ter armas. E ele comprou, legalmente, um fuzil semiautomático.
No passado, o próprio Donald Trump se dizia a favor de um controle mais rígido.
Mas, na campanha presidencial, ele foi o candidato que recebeu mais doações de organizações que defendem o comércio de armas no país.
No Congresso, o presidente da Câmara, Paul Ryan, que é do mesmo partido de Trump, disse que os americanos que respeitam a lei não podem perder seus direitos.
"Se alguém que não deveria ter uma arma, tem uma arma, temos que consertar isso. Uma coisa que sabemos é que há indícios de doença mental. Temos que melhorar o sistema para que essas pessoas não passem despercebidas".
O senador da oposição, o democrata Bill Nelson, da Flórida, acusou os republicanos de impedirem mudanças na venda de armas.
"Para quem diz que essa não é a hora de falar sobre controle de armas porque não devemos politizar uma tragédia, eu pergunto: ‘Quando é a hora certa? Depois do próximo ataque?"
Desde o final de 2012, os Estados Unidos tiveram 239 tiroteios em escolas.
Só em 2018, já foram 18.
Em 1999, dois alunos do ensino médio chocaram o país ao abrir fogo na escola de Columbine, no Colorado. Fizeram 13 vítimas.
O pior massacre deste tipo foi em 2007, quando um atirador matou 32 pessoas na Universidade Virginia Tech.
Em 2012, um ex-aluno invadiu a escola fundamental Sandy Hook, em Connecticut. 26 pessoas morreram - entre elas, 20 crianças, de 6 e 7 anos.
Mas, na campanha presidencial, ele foi o candidato que recebeu mais doações de organizações que defendem o comércio de armas no país.
No Congresso, o presidente da Câmara, Paul Ryan, que é do mesmo partido de Trump, disse que os americanos que respeitam a lei não podem perder seus direitos.
"Se alguém que não deveria ter uma arma, tem uma arma, temos que consertar isso. Uma coisa que sabemos é que há indícios de doença mental. Temos que melhorar o sistema para que essas pessoas não passem despercebidas".
O senador da oposição, o democrata Bill Nelson, da Flórida, acusou os republicanos de impedirem mudanças na venda de armas.
"Para quem diz que essa não é a hora de falar sobre controle de armas porque não devemos politizar uma tragédia, eu pergunto: ‘Quando é a hora certa? Depois do próximo ataque?"
Desde o final de 2012, os Estados Unidos tiveram 239 tiroteios em escolas.
Só em 2018, já foram 18.
Em 1999, dois alunos do ensino médio chocaram o país ao abrir fogo na escola de Columbine, no Colorado. Fizeram 13 vítimas.
O pior massacre deste tipo foi em 2007, quando um atirador matou 32 pessoas na Universidade Virginia Tech.
Em 2012, um ex-aluno invadiu a escola fundamental Sandy Hook, em Connecticut. 26 pessoas morreram - entre elas, 20 crianças, de 6 e 7 anos.
Youtuber Isabelly Cristine que levou tiro na cabeça tem morte cerebral confirmada
Jovem de 15 anos foi recebeu tiro na cabeça enquanto voltava para casa.
Curitiba - A modelo e youtuber Isabelly Cristine, de 15 anos, teve morte cerebral confirmada na noite desta quarta-feira. Ela está internada desde a manhã de quarta na UTI do Hospital Litoral, em Parananguá, no Paraná, após ter sido baleada na cabeça em uma rodovia da região litorânea do estado. Os órgãos da adolescente serão doados. Segundo a Central Estadual de Transplantes, a retirada dos órgãos ocorreu nesta quinta.
Curitiba - A modelo e youtuber Isabelly Cristine, de 15 anos, teve morte cerebral confirmada na noite desta quarta-feira. Ela está internada desde a manhã de quarta na UTI do Hospital Litoral, em Parananguá, no Paraná, após ter sido baleada na cabeça em uma rodovia da região litorânea do estado. Os órgãos da adolescente serão doados. Segundo a Central Estadual de Transplantes, a retirada dos órgãos ocorreu nesta quinta.
Segundo a Polícia Militar, a jovem voltava para casa de carro com a mãe e outras duas pessoas quando o veículo onde estava foi alvo de disparos de um outro condutor, na altura do km-412, entre os balneários Ipanema e Praia de Leste. Isabelly, que estava no banco traseiro com a mãe, levou um tiro acima do olho esquerdo. Ela foi socorrida mas já chegou no hospital em estado gravíssimo.
Ainda de acordo com a PM, após um dia de buscas, dois suspeitos de cometer o crime foram presos em uma casa da região. Segundo a polícia, eles são irmãos e moram em Curitiba. A arma encontrada com eles é registrada e a dupla não possui antecedentes criminais.
De acordo com o Boletim de Ocorrência registrado pela polícia, um dos irmãos, identificado como Everton Vargas, confessou ser o autor dos disparos. Ele afirmou que houve uma discussão de trânsito e que atirou após se sentir ameaçado devido a uma manobra brusca do carro onde estava a vítima.
Em depoimento, o condutor do carro onde estava Isabelly contou que foi fechado pouco antes do incidente. Segundo ele, poucos metros após a "fechada", um dos ocupantes do outro veículo efetuou os disparos de dentro do próprio automóvel.
Segundo a Polícia Civil, a dupla foi presa em flagrante e vai responder pelo crime de homicídio qualificado.
Canal no YouTube
Isabelly é conhecida na internet pelo seu canal no YouTube intitulado "Isa Top Show", em que a jovem faz entrevistas e dá dicas de moda. Até está quarta-feira, a página possuía cerca de 28 mil inscritos.
Vídeo mostra mãe abandonando menina em Curitiba
Mãe abandona uma criança no bairro Novo Mundo, em Curitiba, enquanto a menina grita "mamãe, por favor, quero ser tua". É possível ver a menina gritando muito, pedindo para entrar no carro, porém a condutora arranca e vai embora. Logo em seguida, a mulher retornou a menina embarcou no veículo. A condutora do veículo já foi identificada. Ela será intimada e deverá responder por abandono de incapaz.
Criança morre após ser esquecida dentro de carro em Minas
Uma menina de dois anos morreu depois de ser esquecida dentro do carro nessa quinta-feira (15) em Janaúba, Minas Gerais. A criança ficou por aproximadamente três horas dentro do veículo e chegou a ser socorrida pelo pai, mas não resistiu.Uma parada no escritório antes de levar a filha para a escola fez com que um empresário de Janaúba vivesse o pior e mais dramático dia de sua vida. A quinta-feira pós-Carnaval seria mais uma de aula normal para as crianças de uma escolinha particular no norte de Minas Gerais. A cidade é a mesma que ainda se recupera da tragédia na creche Gente Inocente, em novembro.
Uma ligação recebida a caminho da escola, segundo informações, tirou o empresário de sua rota habitual. Em vez de seguir para a escolinha, ele foi até a empresa para resolver uma situação. Três horas depois, um comerciante amigo o cumprimentou e perguntou pela família, foi quando ele saiu desesperado da loja de materiais de construção em direção ao carro.
A criança foi levada para o Hospital de Janaúba e os médicos tentaram reanimá-la, mas não conseguiram. A menina morreu duas horas depois de dar entrada na unidade de saúde e o pai, foi internado em estado de choque.
A mãe da menina é uma enfermeira e também foi internada em estado de choque. Ela foi uma das voluntárias que ajudou no resgate às vítimas do incêndio na creche Gente Inocente, no ano passado.
O delegado Ricardo Amaral investiga o caso e comentou que tragédias como essas podem culminar com o perdão judicial que é quando o réu tem a pena extinta em razão de as consequências do fato serem mais graves que o próprio cumprimento da pena.
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