sexta-feira, 23 de junho de 2017

É o Apocalipse! Fedeu!

Rodrigo Maia recebe envelope com fezes na Câmara; polícia investiga

Rodrigo Maia recebe envelope com fezes na Câmara; polícia investigaO presidente da Câmara dos Deputados e chefe do Executivo nacional interino Rodrigo Maia (DEM-RJ) recebeu em seu gabinete, no Anexo IV da Casa, um envelope com um conteúdo indesejado: fezes. O caso teria ocorrido no início desta semana.

De acordo com o G1, a Coordenação de Polícia Judiciária do Departamento de Polícia Legislativa investiga o caso logo após confirmar que uma funcionária do gabinete parlamentar de Maia abriu a correspondência. Outros deputados teriam recebido o mesmo tipo de conteúdo.

Os investigadores apuram de qual agência dos Correios o envelope foi despachado e se é possível identificar o suspeito. Eles buscam imagens de câmeras de segurança para localizar o remetente.

A Polícia Legislativa deve realizar uma apuração preliminar. Na sequência, poderá lavrar um termo circunstanciado, pois o incidente é tratado como uma brincadeira de mau gosto e deverá ser enquadrado como contravenção, por causa do baixo grau de poder ofensivo. Por fim, o termo será enviado à Justiça.

Pastor torna-se Ateu

Avião em que estava Gilmar Mendes sofre pane e volta a Brasília

João CruzO avião em que estava o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, em viagem ao Pará, sofreu uma pane na noite da quinta-feira, 23, e precisou voltar para Brasília. O aeronave era da Força Aérea Brasileira (FAB), que informou ter retornaram à capital por "precaução".

O voo aconteceu logo após segundo dia de julgamento na Corte para decidir sobre a validade da delação da JBS e confirmar o ministro Edson Fachin na relatoria do caso. Segundo a FAB, o avião saiu de Brasília às 18h45 e, "no decorrer do voo, apresentou uma falha técnica". Ainda não há informações sobre o que pode ter causado o problema.

A Força Aérea informou, ainda, que "em nenhum momento a segurança dos passageiros foi comprometida" e que o pouso de volta à Brasília aconteceu às 19h45.

O ministro viajava à Belém para visitar o Tribunal Região Eleitoral (TRE) do Pará, segundo informou o TSE. A previsão era que Gilmar voltasse na tarde desta sexta-feira à Brasília, mas, após o problema na aeronave, a visita foi cancelada.

Durante o julgamento, Gilmar chegou a trocar farpas com o ministro Luís Roberto Barroso sobre a delação premiada da JBS. A discussão entre os integrantes da Corte girou em torno do impacto de uma eventual invalidação de uma gravação ambiental no acordo de colaboração premiada já firmado.

Como antecipou a colunista Vera Magalhães, do jornal O Estado de S. Paulo, Gilmar deve seguir o voto dos outros ministros pela permanência de Fachin como relator, porém fará ressalvas a acordos de colaboração premiada.

sábado, 17 de junho de 2017

Feliciano Profetiza Temer

STF nega recurso de Aécio para que plenário analise pedido de prisão

O ministro Marco Aurélio Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou recurso da defesa do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) para que o pedido de prisão contra ele, apresentado pela PGR (Procuradoria-Geral da República), seja apreciado pelo plenário da Corte e não pela Primeira Turma.
STF vai julgar pedido de prisão do senador afastadoO advogado de Aécio, Alberto Toron, alegava que a análise do pedido de prisão é uma questão "da mais alta relevância e gravidade" e, portanto, deveria ser remetida ao plenário. Já Marco Aurélio entendeu que "o desfecho desfavorável a uma das defesas é insuficiente" para este deslocamento e manteve sua decisão anterior.
Na semana passada, Marco Aurélio afirmou que o recurso da PGR reforçando o pedido de prisão de Aécio será analisado na próxima terça-feira (20) pela Primeira Turma — formada pelos ministros Marco Aurélio, Luiz Fux, Rosa Weber, Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes.
Há menos de uma semana, esta mesma composição negou o pedido de liberdade de Andrea Neves, irmã do senador, presa desde o dia 18 de maio pela Operação Patmos. O placar foi apertado e terminou em 3 a 2. Barroso, Rosa e Fux votaram pela manutenção da prisão, enquanto Marco Aurélio e Alexandre se manifestaram pela revogação da medida.
Relator da Lava Jato na Corte, o ministro Edson Fachin inicialmente negou o pedido de prisão feito pela PGR e determinou apenas o afastamento de Aécio do mandato parlamentar. O tucano é acusado de ter acertado e recebido por meio de assessores vantagem indevida no valor de R$ 2 milhões da JBS. A PGR, no entanto, insistiu no pedido e o recurso foi sorteado para análise de Marco Aurélio.
Para a PGR, mais do que afastado, Aécio deveria ser preso. Segundo o procurador-geral, Rodrigo Janot, "o senador teria tentado organizar uma forma de impedir que as investigações avançassem, por meio da escolha dos delegados que conduziriam os inquéritos, direcionando as distribuições, mas isso não teria sido finalizado entre ele, o Michel Temer e o ministro da Justiça e atual ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
A defesa do senador afastado, no entanto, alegou inexistência de crime inafiançável por parte do tucano, ao rebater o segundo pedido de prisão feito pela PGR. "A menos que rompamos de vez com os princípios constitucionais mais caros da nossa República, a decretação de prisão do Senador Aécio Neves é uma verdadeira aberração", diz a defesa de Aécio.
Mandato
A Primeira Turma do STF também deve examinar na próxima semana recurso da defesa de Aécio para que ele retorne ao exercício do mandato de senador. A defesa também solicitou mais dez dias de prazo para se defender do pedido de prisão, já que a PGR apresentou "fato novo" na justificativa do pleito enviado ao Supremo.
No documento, Janot utilizou uma postagem de Aécio em rede social na qual ele aparece ao lado dos senadores do PSDB Tasso Jereissati (CE), Antonio Anastasia (MG), Cássio Cunha Lima (PB) e José Serra (SP) e diz, na legenda, que a "pauta" da reunião são as "votações no Congresso e a agenda política".
Para Janot, o encontro mostra que Aécio continua exercendo suas atividades político-partidárias, mesmo não comparecendo mais às sessões no Senado.

Quem é mesmo o Chefe da Quadrilha?

'Temer é o chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil', diz Joesley Batista

Empresário afirma que Temer montou um esquema para receber propina em troca de apoio Joesley Batista, um dos donos da JBS, disse em entrevista à revista Época que Michel Temer é o "chefe" da "maior e mais perigosa organização criminosa desse país", estabelecida na Câmara dos Deputados. O empresário afirma que, junto com outros políticos do PMDB, como Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves e Geddel Vieira Lima, Temer montou um esquema para receber propina em troca de apoio no Congresso e em órgãos do governo.
"O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara", diz Joesley. "Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles. Por outro lado, se você baixar a guarda, eles não têm limites."
O executivo destacou que o núcleo político comandado por Michel Temer foi o grupo "de mais difícil convívio" que ele já teve na vida. "Daquele sujeito que nunca tive coragem de romper, mas também morria de medo de me abraçar com ele."Joesley ressalta que Geddel seria o principal interlocutor entre o empresário e Temer. "De 15 em 15 dias era uma agonia terrível. Sempre querendo saber se estava tudo certo, se ia ter delação, se eu estava cuidando dos dois. O presidente estava preocupado. Quem estava incumbido de manter Eduardo [Cunha] e Lúcio [Funaro, apontado como operador do ex-presidente da Câmara] calmos era eu."
Questionado se Geddel falava em nome de Michel Temer, Joesley responde, "sem dúvida". "Depois que o Eduardo foi preso, mantive a interlocução desses assuntos via Geddel. O presidente sabia de tudo. Eu informava o presidente por meio do Geddel. E ele sabia que eu estava pagando o Lúcio e o Eduardo. Quando o Geddel caiu, deixei de ter interlocução com o Planalto por um tempo. Até por precaução."
Segundo Joesley, existia uma hierarquia entre Funaro, Cunha e Temer. "A pessoa a qual o Eduardo se referia como seu superior hierárquico sempre foi o Temer. Sempre falando em nome do Temer. Tudo que o Eduardo conseguia resolver sozinho, ele resolvia. Quando ficava difícil, levava para o Temer. Essa era a hierarquia. Funcionava assim: primeiro vinha o Lúcio. O que ele não conseguia resolver pedia para o Eduardo. Se o Eduardo não conseguia resolver, envolvia o Michel."
"O mais relevante foi quando Eduardo tomou a Câmara. Aí virou CPI para cá, achaque para lá. Tinha de tudo. Eduardo sempre deixava claro que o fortalecimento dele era o fortalecimento do grupo da Câmara e do próprio Michel. Aquele grupo tem o estilo de entrar na sua vida sem ser convidado", declarou Joesley, questionado se realmente precisava tanto do grupo de Eduardo Cunha, Lúcio Funaro e Temer.
Após o primeiro contato dos dois, em 2010, Temer teria solicitado favores ao executivo, como o pagamento do aluguel de um escritório em São Paulo. Joesley conta ainda que a relação com o peemedebista sempre foi institucional, "de um empresário que precisava resolver problemas e via nele a condição de resolver problemas".
O portal da revista publicou online apenas alguns trechos da entrevista, que também fala, entre outras coisas, sobre a forma como o PSDB de Aécio Neves entrou em leilões para comprar partidos nas eleições de 2014.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Janot usa postagem de Aécio em rede social para reforçar pedido de prisão

procurador-geral da República, Rodrigo Janot, utilizou postagem do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) em rede social para reforçar argumentos do pedido de prisão do tucano. No dia 30 de maio, o presidente licenciado do PSDB publicou foto de reunião com os senadores Tasso Jereissati (CE), Antonio Anastasia (MG), Cássio Cunha Lima (PB) e José Serra (SP). "Na pauta, votações no Congresso e a agenda política", escreveu Aécio.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)O julgamento do pedido de prisão de Aécio será julgado na próxima terça-feira, 20, ao mesmo tempo que o pedido de anulação do afastamento, apresentado pela defesa. "A despeito da suspensão do exercício das funções parlamentares, decretada judicialmente no âmbito dessa Ação Cautelar, AÉCIO NEVES continuou exercendo suas funções, conforme reunião divulgada por ele mesmo em redes sociais no dia 30/05/2017", disse Janot.
Janot afirmou que Aécio faz "uso espúrio do poder político" e que isso é possibilitado pelo "aspecto dinâmico de sua condição de congressista representado pelo próprio exercício do mandato em suas diversas dimensões, inclusive a da influência sobre pessoas em posição de poder". Outro ponto que Janot atribui a Aécio é "sua plena liberdade de movimentação espacial e de acesso a pessoas e instituições, que lhe permite manter encontros indevidos em lugares inadequados".
"Tem-se, assim, robustos elementos apresentados alhures demonstrativos da imprescindibilidade da prisão do Senador Aécio Neves, para preservar, não apenas a ordem pública, mas também a própria instrução criminal das investigações em curso. Com mais razão ainda, os mesmos fundamentos servem de base para a indispensável manutenção das medidas cautelares diversas fixadas, provisoriamente, na decisão monocrática de 17/5/2017", afirmou Janot.
O senador é suspeito de ter pedido e ser o destinatário final de R$ 2 milhões repassados pela JBS em vantagens indevidas.

Deus não é mencionado na Bíblia

TEMER Arreganha os cofres públicos para tentar se manter no poder.

Para tentar sobreviver no cargo, Michel Temer vai escancarar o Tesouro. Uma das estratégias é abrir os cofres públicos para os Estados. 

Resultado de imagem para temer  e os governadoresEm jantar oferecido no Palácio da Alvorada, na noite desta terça-feira, 13, aos governadores para tratar da regulamentação do refinanciamento da dívida dos Estados com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES),  Michel Temer defendeu "uma solução" para as dívidas que somam R$ 50,46 bilhões.
A renegociação dos débitos com o banco de fomento deverá ter duas etapas. A primeira fase se dará ainda este ano, com a renegociação de R$ 20 bilhões em dívidas com garantia da União, segundo uma fonte presente à reunião.
A segunda fase inclui a renegociação de R$ 30 bilhões de dividas sem garantia da União, incluindo a linha BNDES Copa. Esse refinanciamento só será efetivado a partir de janeiro de 2018. A medida é importante para dar um alívio de caixa aos Estados, que enfrentam crise financeira.
O governador do Piauí, Wellington Dias, disse ao Estadão/Broadcast que a reunião foi importante porque se estabeleceu um novo cronograma para a renegociação das dívidas. "Esperamos que agora seja cumprido pelo governo”, disse. O Estado do Piauí estima um alívio de R$ 180 milhões com a medida, que seriam usados em investimentos.
“Todos saímos satisfeitos com a forma como as coisas se deram, objetivas. Pedimos prazos curtos e soluções rápidas”, disse Perillo. Segundo o governador de Goiás, não houve por parte dos Estados pedido por mudanças nas condições de pagamento negociadas no ano passado, apenas por celeridade no processo.

Eugênio Aragão diz que Temer pode ser afastado por medida cautelar


A denúncia que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve oferecer nos próximos dias contra o presidente Michel Temer, passou a ser a principal peça do tabuleiro político após o julgamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que absolveu a chapa vitoriosa na eleição presidencial de 2014 e deu novo fôlego a Temer.
Imagem relacionadaPara o ex-ministro da Justiça de Dilma Rousseff, Eugênio Aragão, a posição de Temer perante a iminente denúncia contradiz sua postura anterior. “A defesa de Michel Temer está reinterpretando tudo. Ele está preocupado em ter um grau de garantia que nunca se importou que os outros tivessem. Pede silêncio em relação à denúncia. Quer que a denúncia seja secreta? Ele nunca se preocupou com os outros, que tiveram suas vidas devassadas quando havia apenas suspeitas por força de delação. Nunca vi Michel Temer protestar contra abuso de autoridade. Mas agora, que é com ele, é diferente?”
A defesa do presidente tem acusado pressões da Procuradoria-Geral da República contra ele. O Palácio do Planalto e a PGR vivem clima tenso. Temer pode romper a tradição e não respeitar a lista tríplice da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) para escolher o sucessor de Rodrigo Janot, cujo mandato vai até setembro.
Na opinião de Aragão, a situação pode ficar ainda mais complicada para Temer com as novas denúncias. O ex-ministro acredita que o peemedebista poderá até ser afastado cautelarmente. “O que acho possível é estourar outro escândalo de proporções apocalípticas, suficiente para que haja um afastamento cautelar.”
Ex-integrante do Ministério Público Federal e aposentado recentemente, Aragão defende a tese de que uma medida de afastamento cautelar do presidente, por parte do Supremo Tribunal Federal, a pedido da Procuradoria-Geral da República, deve ser considerada, se for revelado que Temer usou o cargo para inviabilizar o processo. “Para garantia da instrução penal e da aplicação da lei penal, ele pode ser perfeitamente afastado. Inclusive porque, ao que tudo indica, está cometendo um crime atrás do outro, utilizando a máquina administrativa em proveito próprio.”
A razão de ordem pública seria a justificativa para afastar o presidente cautelarmente, defende Aragão. “É claro que a Constituição não prevê isso. Mas também não previa o afastamento de senadores, como Delcídio do Amaral e Aécio Neves, e o Supremo construiu essa tese. O que não pode é o país ficar nas mãos de uma pessoa desse calibre”, afirma.
Já o advogado criminalista Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, vê na atual discussão sobre a esperada denúncia de Janot contra Temer os mesmos problemas anteriores, que passam pela Lava Jato e acusações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Acho, na verdade, estranho que se anuncie uma denúncia com essa antecedência contra um presidente da República, sendo que nem mesmo terminou o inquérito ou a perícia nas gravações”, diz.
“Não tenho nenhuma simpatia pessoal pelo Temer, tenho simpatia pelas instituições. Os prejulgamentos fazem parte desse momento punitivo que estamos vivendo, em que as pessoas acham que antes de começar o processo já tem que afastar. Não conheço a denúncia ainda, temos a expectativa da denúncia. Não acho que se afasta presidente da República com essa facilidade”, pondera Kakay.
O advogado defende que a preservação da dignidade da pessoa é uma das bases do processo penal e esse princípio deve ser respeitado, independentemente de quem seja o acusado. “Uma exposição como essa é uma espécie de pré-condenação. Tudo isso é grave e desnecessário. Estamos vivendo um momento de espetacularização do processo penal.”
A denúncia que Rodrigo Janot prepara, segundo tem sido divulgado, seria baseada nas delações da JBS e faria também a ligação de Temer à chamada “mala” com R$ 500 mil que teria sido recebida pelo ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), ex-assessor de Temer. Janot deve apresentar a denúncia ao Supremo. Segundo a Constituição, a abertura de processo precisa ser autorizada por dois terços da Câmara dos Deputados ou 342 votos. A votação

Deputado democrata apresenta lei para arquivar todos os tuítes de Trump

Um deputado democrata, Mike Quigley apresentou um projeto de lei com o objetivo de que as mensagens enviadas pelas redes sociais da presidência dos Estados Unidos sejam arquivadas. A intenção do congressista por Illinois é emendar uma lei sobre registros presidenciais para acrescentar as mídias sociais.
Resultado de imagem para trump meme tuiutiA lei foi nomeada "covfefe", em referência a uma mensagem escrita recentemente pelo presidente Donald Trump no Twitter de madrugada, quando ele errou ao tentar escrever "coverage" (cobertura), ao criticar a imprensa. A mensagem ficou no ar algumas horas, antes de ser removida.
Quigley disse que Trump faz um uso "frequente, sem filtros de sua conta pessoal no Twitter", por isso a necessidade da lei. "Os tuítes são poderosos e o presidente precisa ser responsável por cada post", afirmou o deputado.

Trump na foto de roupão, foto essa que foi mais um motivo para memes, acho que esse presidente não passa de um desequilibrado, um personagem caricato e cafona.

Fonte: Associated Press.

Nova namorada de Charlie Sheen desabafa sobre preconceito

A nova namorada de Charlie Sheen, Julia Stambler, a quem ele apresentou como Jools no dia do aniversário de uma de suas filhas, confessou ao site TMZ que não tem medo dele ser HIV positivo.Segundo a publicação, Julia e Charlie estão juntos há três meses, e ela apoia totalmente seu namorado de 51 anos, apesar de seus amigos a avisarem para ficar longe dele, por causa da doença.Julia supostamente insistiu que 'não tem medo' do ator ter HIV e disse que aqueles que a alertaram sobre o problema dele 'são ignorantes e vivem no passado'. 
Fontes próximas ao casal disseram ao site que a mulher de 22 anos acha que essa é uma mensagem horrível a se passar para as pessoas com essa doença.Sobre o abuso de substâncias de Charlie, Julia acredita que o ator está limpo por quase um ano e que seu estilo de vida ficou muito mais saudável.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Traição Gospel.

Escola pede para menino tirar batom e alunos se mobilizam na internet

Depois de ser orientado pela coordenação da escola onde estuda a não usar mais batom no local, um  adolescente de 17 anos, de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, fez um desabafo no Facebook que “viralizou” na internet.
Alunos passam batom em solidariedade a colega censurado por colégio
O post resultou nesta quinta-feira (1º) numa mobilização de estudantes contra a homofobia. Em apoio a Diego Archanjo, de 17 anos, alunos do Sistema Elite de Ensino publicaram diversas fotos com toda a turma maquiada. As imagens acompanham a hashtag “BatomPodeHomofobiaNão" e o assunto foi um dos mais comentados do Twitter.No Facebook, Diego Archanjo contou assim o que aconteceu: “Hoje eu fui chamado na coordenação da minha escola e orientado a não usar mais o batom porque ele não pode ser usado dentro da escola, alguém foi reclamar, e minha coordenadora disse que era também para evitar algum tipo de preconceito. Eu agradeço a preocupação dela, só não entendi o porque de não poder usar, já que outros alunos usam. Não entendi o porque de ser orientado a não atrair a opressão ao em vez de orientar o opressor a não oprimir”, desabafou.

Ao jornal “Extra”, Diego afirmou que ao chegar na escola viu que a maioria dos colegas estava de batom. “Tinha até gente da turma militar, fiquei impressionado! Depois acabaram hostilizando a coordenadora, mas ela só se preocupou que eu poderia sofrer algum tipo de repressão. Essa orientação veio de um machismo enraizado. Ela teve boa intenção, mas de maneira errada”, disse.
Segundo o “Extra”, além dos colegas de Diego, alunos de outras unidades da escola aderiram ao movimento e postaram fotos usando batom nas redes sociais. Diego contou que foi chamado para conversar novamente com a coordenadora, que pediu desculpas pela colocação. O aluno disse que o diretor inclusive se propôs a fazer um debate entre os alunos.
Em nota, o Sistema Elite de Ensino disse que “não houve nenhuma atitude discriminatória dentro da instituição”. A escola ressaltou ainda que “preza pelo acolhimento à diversidade e respeito ao ser humano”.