sábado, 7 de fevereiro de 2015

Esses pesadelos com Pastores não terá fim enquanto houver Religião!

Ele é fundador de uma igreja evangélica, da qual é o pastor responsável, e instrutor de um curso para bombeiro civil, que recebe alunos entre 12 e 17 anos. Mas, segundo a polícia, Marcos Antônio da Silva Lima, de 53 anos, é também um criminoso. Na tarde de ontem, agentes da Divisão de Homicídios da Baixada cumpriram um mandado de prisão contra ele por homicídio, tentativa de homicídio e estupro. Ele foi capturado em Belford Roxo, onde mantinha a igreja Assembleia de Deus Palavra do Conserto.
Marcos Antônio foi preso enquanto passava no bairro da Prata de carro, um Gol. Os agentes reconheceram a placa do veículo, o mesmo usado nos crimes. Em seu interior, havia armas, munição e uma touca ninja.
Segundo policiais, os crimes foram cometidos no dia 30, em uma região deserta de Nova Iguaçu, quando o pastor, inconformado com o término de um relacionamento extraconjugal, atirou na mulher, de 37 anos, que morreu na hora. Sua filha, de 14 anos, levou três tiros no rosto e sobreviveu ao fingir-se de morta. Quando ficou sozinha, procurou ajuda na rua.
— A vítima foi morta achando que a filha tinha sido assassinada. Foi um crime extremamente cruel.



O Papa precisa ficar um pouco em silêncio e só rezar!

Uma declaração do papa Francisco sobre educação infantil provocou polêmica, nesta semana.
A palmada do papa ganhou repercussão. Na audiência geral da última quarta-feira (4), Francisco falava aos fiéis do papel dos pais na educação dos filhos, que deve ser de doçura e proximidade, mas também de firmeza, quando necessário, disse ele.
Francisco citou como exemplo o caso de um pai que disse que às vezes batia no filho, mas nunca no rosto, para não humilhá-lo. O papa acrescentou que aquele pai tem dignidade. Depois de algumas reações contrárias nas redes sociais, um padre da Santa Sé perguntou: quem nunca bateu num filho ou apanhou dos pais?
O Vaticano respondeu aos comentários afirmando que o papa não estava falando sobre violência contra uma criança, e sim sobre como ajudá-la a crescer e amadurecer. A Comissão de Direitos Humanos da ONU já criticou o Vaticano no passado, por não adotar uma posição dura contra o castigo corporal das crianças nas escolas católicas.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Chega de Trotes!

Eu não consigo entender porque a justiça Brasileira não toma uma atitude radical com os trotes nas Universidades!
Continuam machucando e matando. São desequilibrados e devem pagar por seus atos!
Mais 3 vitimas hoje! 
Governo que não melhora essas leis, constituição confusa e corrupta!



Na véspera da primeira reunião da Comissão Pontifícia para a Protecção de Menores, o Vaticano divulgou uma carta que o Papa Francisco enviou às conferências episcopais e aos responsáveis das ordens religiosas exigindo-lhes que não tentem encobrir casos de pedofilia entre os seus membros, mesmo que isso os exponha ao escândalo.
“Não há qualquer lugar no ministério da Igreja para aqueles que abusam de menores”, sublinha o Papa, que, por várias vezes desde a sua eleição, prometeu tolerância zero em relação à pedofilia na Igreja. Foi com essa intenção que, em Março do ano passado, criou um grupo de peritos para elaborarem um guia de “boas práticas” e ajudarem as dioceses a prevenir e a lidar com os casos de abusos. É presidida pelo cardeal Sean O’Malley – que assumiu a liderança da diocese de Boston para lidar com o escândalo que, em 2001, desatou o novelo de revelações que mancharam, como nunca antes, a reputação da Igreja – e, dos seus 17 membros, dez são leigos, dois dos quais foram eles próprios vítimas de abusos.
“As famílias precisam de saber que a Igreja está a fazer todos os esforços para proteger os seus filhos”, afirma o Papa, acrescentando que isso implica que “não deve ser dada prioridade a nenhuma outra preocupação, seja de que natureza for, como o desejo de evitar o escândalo”. Desde Boston que se tornou claro que, durante décadas, muitos bispos abafaram casos de pedofilia, silenciando as vítimas e mudando os abusadores de paróquia.
Consciente das críticas que lhe são dirigidas pelas associações de vítimas e também do facto de que muitas dioceses (sobretudo nos países do Sul) tardam em passar à acção, Francisco pede aos bispos que “implementem na íntegra” as recomendações emitidas em 2011, ainda durante o pontificado de Bento XVI, e avaliem “periodicamente” se as regras que então elaboraram estão a ser cumpridas. Quer também que as dioceses criem programas que incluam apoio psicológico e pastoral às vítimas de abusos, instruindo os seus dirigentes a encontrar-se com eles – “tais encontros são oportunidades valiosas para ouvir quem tanto sofreu e pedir-lhes perdão”, afirma o Papa, dizendo que foi um encontro destes, em Julho, que solidificou a sua convicção de que “deve ser feito tudo o que for possível para libertar a Igreja da praga dos abusos sexuais”.
Por último, o Papa pede a todas as dioceses e associações religiosas que cooperem de forma estreita com a Comissão Pontifícia, um meio que espera seja decisivo para “encorajar e ajudar todos os níveis da Igreja a adoptar os passos necessários para garantir a protecção dos menores”. Em declarações à Reuters, a irlandesa Marie Collins, uma das vítimas que integram a comissão, explicou que foram os membros do grupo que pediram ao Papa que dirigisse este apelo aos bispos para contrariar a resistência com que muitas igrejas continuam a olhar para este tema. “As conferências episcopais têm visões diferentes sobre a pedofilia. No meu próprio país, a Irlanda, há uma grande resistência à mudança, à necessidade de adoptar medidas preventivas e de apoio às vítimas”, explicou, afirmando que nada melhor do que uma missiva do Papa para os convencer a colaborar.
Todos nós sabemos que enquanto houver o Celibato as bizarrices continuarão a acontecer.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Esse tipo de terrorismo onde matam por uma cultura suja e mentirosa e por sede de poder, me faz pensar que os tempos realmente mudaram. Quando criança que eu via na Tv as tragédias, imaginava que tudo isso logo teria um fim! Eu era criança e não sabia que isso não dependia só de mim, mas hoje sei que uma pessoa pode fazer uma grande diferença nesse pequeno planeta!