Dois policiais civis foram presos por disparar tiros para o alto durante marcha de mulheres negras contra o racismo na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, no início da tarde desta quarta-feira (18), informou a Polícia Militar. Pelo menos um dos dois presos integra grupo acampado em frente ao Congresso para defender a volta dos militares ao poder. Durante o tumulto, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) foi atingido com gás de pimenta, caiu no chão e precisou de socorro médico.
De acordo com a PM, um dos policiais, que é do Maranhão, disparou quatro tiros para o alto. Ele alegou ter se sentido ameaçado pelos integrantes da marcha. Houve corre-corre e um princípio de confusão entre participantes da manifestação antirracismo e o grupo acampado em frente ao Congresso.
De acordo com a Polícia Civil, ele já havia sido detido na semana passada por supostamente ameaçar com arma manifestantes que participavam de atos na Esplanada. Nesta quarta, ele foi detido por disparo de arma de fogo, encaminhado para a 5ª DP, na Asa Norte, e liberado em seguida, após pagar fiança de R$ 790. A corporação informou que o caso será comunicado à Corregedoria da Polícia Civil do DF. A arma dele foi apreendida.
O outro policial é do DF, segundo a Polícia Civil. Ele foi conduzido à Corregedoria da corporação, que está apurando a ocorrência. A Polícia Civil diz que não há relação entre os dois casos, que aconteceram em pontos diferentes da Esplanada, e que os envolvidos foram conduzidos por equipes distintas da Polícia Militar.
Após o primeiro disparo, lideranças da marcha pediram às participantes que se afastassem do gramado central e "não aceitassem provocação". Outros tiros foram ouvidos no local, após o início da confusão.
O outro policial é do DF, segundo a Polícia Civil. Ele foi conduzido à Corregedoria da corporação, que está apurando a ocorrência. A Polícia Civil diz que não há relação entre os dois casos, que aconteceram em pontos diferentes da Esplanada, e que os envolvidos foram conduzidos por equipes distintas da Polícia Militar.
Após o primeiro disparo, lideranças da marcha pediram às participantes que se afastassem do gramado central e "não aceitassem provocação". Outros tiros foram ouvidos no local, após o início da confusão.
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