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A filial do Estado Islâmico na região reivindicou o ataque através da rede social Twitter e publicou algumas fotos da ação. Nelas, é possível ver o míssil em voo, pouco antes de atingir o navio, bem como aquela que parece ser a explosão inicial, após o impacto.
Fontes dos serviços de segurança indicam que vários tripulantes ficaram feridos devido ao fogo que tomou o navio, enquanto outros foram forçados a lançar-se ao mar. A embarcação ficou a arder durante várias horas, até ser rebocada do local.
Segundo testemunhas, ainda houve uma troca de tiros após o ataque, mas os membros do Estado Islâmico que dispararam o míssil conseguiram escapar.
Esta foi a primeira ação deste tipo levada a cabo pela Wilayat Sinai (Província do Sinai do Estado Islâmico), o que denota que o grupo não só tem acesso a armas cada vez mais poderosas e sofisticadas, como tem o treino necessário para as usar com eficácia.
Isso já tinha sido notório no início do mês, quando os extremistas lançaram um grande ataque coordenado contra várias instalações policiais e militares no Sinai, e que só a muito custo foi derrotado pelas forças egípcias, que sofreram dezenas de mortes.
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